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30 Aug 2011   //   de aprendainvestir   //   Blog  //  Sem Comentários
 
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5 empresas brasileiras muito dependentes dos Estados Unidos

8 Aug 2011   //   de aprendainvestir   //   Blog  //  Sem Comentários

Veja algumas das companhias que mais podem sofrer com os problemas americanos

  

São Paulo – Nos últimos anos, uma crescente leva de empresas brasileiras estreou ou ampliou suas operações no mercado mundial. De simples exportadoras, essas companhias aproveitaram o bom momento para mudar o perfil de sua atuação no exterior, adquirindo ou implantando operações em outros países.

Algumas, hoje, são líderes globais em seus setores. O lado negativo dessa situação é que, como toda multinacional, as grandes companhias brasileiras também estão cada vez mais expostas às turbulências mundiais.

Veja, a seguir, algumas das empresas que mais podem sofrer com a crise americana, devido ao peso que os Estados Unidos possuem em suas operações.

AB InBev e o recuo da Budweiser

A cervejaria belgo-brasileira sofre um impacto direto de qualquer turbulência no mercado americano. No primeiro trimestre, por exemplo, o elevado desemprego no país levou à queda de 3,3% no volume físico de vendas da Budweiser, a marca-símbolo de cerveja dos Estados Unidos.

Para enfrentar o problema, a AB InBev recorreu a duas medidas básicas: cortou custos e aumentou os preços. O resultado foi um aumento do faturamento.

Embraer: um terço da carteira vem dos Estados Unidos

As companhias aéreas americanas representam 33% dos pedidos firmes em carteira que ainda precisam ser entregues. São 87 encomendas, de um total de 261, segundo o site da empresa.

Na conta, está o maior contrato da empresa atualmente: os 100 jatos encomendados pela JetBlue, companhia aérea focada no mercado de baixo custo e fundada por David Neeleman, o mesmo dono da brasileira Azul. Do total, ainda faltam 50 jatos para entregar. A China, segundo maior mercado da Embraer, conta com 34 pedidos na carteira.

JBS, uma empresa mais americana que brasileira

Nascido na cidade goiana de Anápolis, pode-se dizer que hoje o JBS é mais americano do que brasileiro. No primeiro trimestre, 75% de sua receita líquida vieram do mercado americano e, indiretamente, do australiano.

Dos 14,7 bilhões de reais contabilizados entre janeiro e março, 43% foram gerados pela divisão americana de carne bovina (que controla as operações na Austrália). Outros 22% vieram do processamento de frangos no país de Barack Obama. E mais 10% foram obtidos com a venda de carne suína por lá.

Braskem lidera mercado nos Estados Unidos

A Braskem nunca negou seu interesse pelo mercado americano. No final de julho, a empresa fechou a compra da unidade de polipropileno da Dow Chemical por 323 milhões de dólares. Com isso, tornou-se a maior produtora dessa resina nos Estados Unidos, com capacidade anual de 1,425 milhão de toneladas.

Em fevereiro do ano passado, a Braskem já havia comprado a divisão de polipropileno da petrolífera americana Sunoco. O negócio foi fechado por 350 milhões de dólares.

Gerdau gera 30% das vendas na América do Norte

A Gerdau é outra companhia brasileira com forte presença nos Estados Unidos. No segundo trimestre, a Gerdau obteve receita líquida de 2,690 bilhões de reais na América do Norte. O número refere-se, basicamente, às operações nos Estados Unidos, e representou 29% dos 9,01 bilhões que registrou no período.

Apesar dos graves problemas do país, a siderúrgica conseguiu elevar em 16% a receita local, em relação ao segundo trimestre do ano passado. As vendas físicas também progrediram os mesmos 16%, para 1,7 milhão de toneladas.

As ações mais baratas do Ibovespa

4 Aug 2011   //   de aprendainvestir   //   Blog  //  Sem Comentários

Veja quais empresas possuem um valor de mercado inferior a 7 vezes o lucro líquido e quais são negociadas por um preço inferior ao valor patrimonial

Navio da Vale, ações da empresa possuem múltiplos atrativos

São Paulo – A queda da Bovespa nas últimas semanas tem assustado muitos investidores. Mas, segundo analistas e consultores financeiros, quem tem dinheiro, pode deixá-lo aplicado durante alguns anos, não se importa com eventuais quedas de curto prazo e só planeja colher os lucros proporcionais ao risco assumido no longo prazo não só deve continuar na bolsa como pode aproveitar para comprar mais ações a preços atrativos. Mas quais seriam os papéis mais baratos da bolsa neste momento? A verdade é que existem milhares de métodos para calcular o preço justo de uma ação. Abaixo, EXAME.com apresenta a lista de papéis que seriam considerados atraentes pelo método desenvolvido por Benjamin Graham, considerado o maior guru de Warren Buffett e também o pai da profissão de analista de investimentos.

Morto há mais de 35 anos, Graham costumava defender uma fórmula bastante simples – mas comprovadamente bem-sucedida – de negociar ações que lhe permitiu fazer fortuna na bolsa. O analista apostava que comprar uma cesta de ações de empresas negociadas por um valor inferior a 7 vezes o lucro líquido registrado nos últimos 12 meses era uma excelente forma de ganhar dinheiro no longo prazo. Com a Bovespa sendo negociada a um múltiplo de preço/lucro atualmente próximo a 9, a lógica é que qualquer ação negociada abaixo de 7 teria um valor que pode ser considerado atrativo.

EXAME.com consultou a base de dados da consultoria Economática e encontrou, somente dentro do universo de 61 ações do Ibovespa, 11 empresas que estão sendo negociadas por um valor equivalente a menos do que sete vezes o lucro anual:

Nome  Preço/lucro dos últimos 12 meses 
Santander Brasil    6,9
Sabesp 6,8
Petrobras 6,6
Braskem 6,3
Vale 6,1
Bradespar 6,1
Banco do Brasil 6
Klabin 5,9
TAM 5,7
Brasil Telecom 4,4
Eletropaulo 4,3

 

Outra forma de comprar ações baratas era, segundo Graham, escolher os papéis que estivessem cotados a cerca de dois terços do valor patrimonial e depois colocá-los à venda quando alcançassem um valor semelhante ao do patrimônio. Como o valor patrimonial indica qual seria o preço de uma empresa caso todos seus bens fossem vendidos pelo valor contábil, o racional por trás desse método é que os investidores estariam diante de uma chance de comprar ações de uma empresa com um desconto em relação ao que poderia ser considerado justo. Segundo a Economática, 13 empresas do Ibovespa atendem a esse quesito:

Nome  Preço/valor patrimonial 
Gerdau Metalúrgica    0,9
Copel 0,9
BM&FBovespa 0,9
Klabin 0,9
Telemar 0,8
Marfrig 0,8
Gafisa 0,8
Santander Brasil 0,7
Brasil Telecom 0,6
JBS 0,6
Usiminas 0,6
Fibria 0,5
Eletrobras 0,4

 

Segundos especialistas em finanças ouvidos por EXAME, considerar múltiplos como o preço/lucro e o preço/valor patrimonial continuam até hoje a ser duas das formas mais usadas para medir se o valor de uma ação é alto, baixo ou justo. O fato de uma ação estar barata não significa que ela vai subir mais que as outras e nem mesmo que ela vai subir. A decisão de compra ou venda deve ser tomada com uma análise bem mais complexa, que envolve dezenas de outros indicadores.

Segundo Andre Massaro, sócio da consultoria MoneyFit, o trabalho do analista de investimentos atualmente consiste em avaliar as condições da economia brasileira e mundial, as perspectivas de crescimento do setor em que uma empresa está inserida nos próximos anos e também os fundamentos da empresa em si (como o endividamento, a capacidade de geração de caixa, o tempo de maturação dos investimentos, o custo de capital, os contratos que estão sendo fechados, o impacto de eventuais mudanças de regras definidas pelo governo e muitos outros). “Um analista profissional conhece a fundo uma empresa, se relaciona com os executivos da companhia e se mantém muito bem informado sobre o que está acontecendo lá dentro”, afirma.

O professor Ricardo Almeida, do Insper, concorda que a avaliação de múltiplos em que uma ação está sendo negociada é muito importante, mas usa as ações da Vale para exemplificar como o trabalho do analista é mais complexo. “A Vale está sendo negociada por um preço equivalente a 6 vezes o lucro neste ano, o que pode ser considerado uma oportunidade. Mas cabe ao investidor refletir se a ação pode subir mesmo com uma maior interferência do governo sobre a empresa, mesmo se a mineradora levar a cabo projetos siderúrgicos menos rentáveis e mesmo se os problemas da economia global levarem a uma desaceleração da China ou a uma queda dos preços do minério de ferro”, afirma.

Um olhar técnico sobre os indicadores também pode ser imprescindível para o investidor obter a rentabilidade desejada. Andre Massaro afirma que o fato de uma ação estar sendo negociada por menos que seu valor patrimonial pode ser bom ou ruim. “Pode ser tanto uma ação barata quanto uma empresa prestes a quebrar”, afirma. Por esse motivo, na lista acima, EXAME.com considerou apenas as ações do Ibovespa, o principal índice da bolsa paulista e que costuma reunir empresas com boa liquidez e valor reconhecido no mercado.

Ricardo Almeida, do Insper, faz outra ressalva importante que vale para o múltiplo preço/valor patrimonial. O indicador serve para avaliar empresas do setor industrial, mas não tem muita relevância na análise de negócios pré-operacionais ou de empresas de serviços. As ações da Cielo e da Redecard, por exemplo, estão entre as maiores altas do Ibovespa neste ano apesar de também terem o segundo e o terceiro maiores múltiplos de preço/valor patrimonial (18 e 13,4, respectivamente). “Essas empresas não precisam investir pesadamente em máquinas, imóveis ou equipamentos e, por isso, têm um valor patrimonial baixo. O preço delas reflete o capital humano, que não tem valor contábil”, afirma.

Outro exemplo de preço/valor patrimonial que não quer dizer muito coisa é o da Petrobras, que está em 1. Após a oferta pública de ações em que captou quase 120 bilhões de reais no ano passado, a empresa inchou seu valor patrimonial. Boa parte do dinheiro captado foi usado na compra de direitos de exploração de 5 bilhões de barris de petróleo no pré-sal, numa operação que na época ficou conhecida como “cessão onerosa”. O problema é que ninguém sabe se realmente esse petróleo será retirado do fundo do mar e gerará ganhos futuros para o acionista. “Para fazer uma análise correta, eu acho que seria necessário subtrair isso do valor patrimonial”, afirma.

O conselho que o professor dá ao investidor pessoa física é procurar o analista de sua corretora e perguntar se não há fatores importantes que possam ter deixado o preço de uma ação artificialmente interessante nas listas acima.

Gilberto Braga, professor do Ibmec, faz uma última ressalva. Por mais que os múltiplos de várias empresas brasileiras pareçam atrativos neste momento, se a bolsa continuar a ser prejudicada pelo alto endividamento dos Estados Unidos e da Europa, o investidor precisará ter bastante sangue frio para suportar eventuais desvalorizações ainda maiores no preço das ações. “O próprio ministro Guido Mantega já falou que o problema europeu e americano deve levar três anos para ser resolvido. Então não é uma boa ideia comprar ações agora se o investidor tiver um horizonte de lucro de curto prazo e não puder deixar o dinheiro aplicado por ao menos três anos.”

HSBC contratará 15 mil pessoas em 3 anos nos países emergentes

2 Aug 2011   //   de aprendainvestir   //   Blog  //  Sem Comentários

O anúncio foi feito um dia após o grupo anunciar a eliminação de 30 mil empregos em todo o mundo

 

Agência do HSBC: segundo porta-voz, o banco contratará entre 3 e 5 mil pessoas por ano nos mercados emergentes

Hong Kong – O gigante bancário britânico HSBC contratará nos próximos três anos cerca de 15 mil pessoas nos países emergentes, informou nesta terça-feira à AFP uma porta-voz da empresa, um dia após o grupo anunciar a eliminação de 30 mil empregos em todo o mundo.

“O banco contratará entre 3 e 5 mil pessoas por ano nos mercados emergentes”, explicou a porta-voz.

“Isto representa cerca de 15 mil pessoas”, acrescentou.

Na véspera, o banco anunciou a supressão de até 30 mil postos de trabalho até 2013, o que representa 10% de seu quadro de funcionários global, como medida para reduzir seus custos de funcionamento.

O HSBC afirmou que este corte forma parte de um plano de redução de custos de entre 2,5 e 3,5 bilhões de dólares até 2013.

Copersucar anuncia cancelamento do seu IPO

2 Aug 2011   //   de aprendainvestir   //   Blog  //  Sem Comentários

Fabiana Batista | Valor

SÃO PAULO - A Copersucar, maior comercializadora de açúcar e etanol do país, anunciou agora que decidiu cancelar a Oferta Inicial de Ações (IPO) na BM&FBovespa. Em nota, a empresa afirma que a decisão se deve à manutenção da conjuntura desfavorável que motivou a suspensão da oferta, no dia 20 de julho.

A empresa pretendia levantar entre R$ 2,1 bilhões e R$ 2,7 bilhões. Mais da metade (64%) dos recursos que seriam levantados seriam destinados ao fortalecimento da estrutura de capital da companhia. O restante dos recursos iria para a construção e reforma de terminais e obras de melhoria de instalações portuárias.

O processo de abertura de capital será retomado posteriormente, informou a empresa, sem mencionar datas. A companhia reiterou ainda que prosseguirá seu plano de investimento de R$ 2 bilhões até 2012, que tem como foco aprimoramento de exportação de açúcar e etanol.

Na safra encerrada em 31 de março deste ano, a Copersucar faturou R$ 8,2 bilhões com a venda de açúcar e etanol nos mercados interno e externo. Para a temporada 2011/12, a empresa prevê faturar R$ 14 bilhões.
(Fabiana Batista | Valor)

HSBC corta BM&FBovespa após medida “prejudicar o mercado”

2 Aug 2011   //   de aprendainvestir   //   Blog  //  Sem Comentários

Analista diminuiu as estimativas para o volume de derivativos em 25% para 2011 e 35% para 2012

 O preço-alvo para as ações da bolsa em 12 meses foi reduzido de 15 reais para 11,60 reais

São Paulo – O HSBC reduziu as estimativas para a BM&FBovespa (BVMF3) após o governo anunciar medidas que afetaram as operações de derivativos cambiais no país. O volume financeiro esperado para o segmento foi cortado em 25% para 2011 e 35% para o próximo ano, mostra relatório publicado pelo banco nesta terça-feira (2).

O governo anunciou na semana passada a ação mais dura para conter a valorização do real em relação ao dólar. As operações de derivativos cambiais foram taxadas em 1%, mas o percentual pode subir para 25% caso o Conselho Monetário Nacional (CMN) decida fazê-lo, mostra a medida provisória assinada pela presidente Dilma Rousseff.

“As novas medidas foram anunciadas sem consulta ou mesmo aviso prévio à administração das câmaras de compensação. Em nosso entendimento, a regulamentação dá ao Conselho Monetário Nacional liberdade considerável em relação à negociação de derivativos e prejudica o desenvolvimento desse mercado no Brasil”, afirma o analista Paulo Ribeiro.

O presidente-executivo da BM&FBovespa , Edemir Pinto, criticou a medida do governo. Segundo ele, o mercado ficou “surpreso e desorientado” e que o mercado futuro deve ser enxergado como um termômetro do mercado geral. O governo “fez uma tentativa de curar a febre quebrando o termômetro”, disse.

O preço-alvo às ações da bolsa para 12 meses foi reduzido de 15 reais para 11,60 reais. A recomendação continua em alocação acima da média (overweight) considerando o potencial de valorização de 28%. Ribeiro ressalta ainda que a avaliação relativa frente a seus principais pares é atrativa.

O volume para o segmento de ações também foi revisado. “A aversão geral ao risco global e o fraco desempenho do mercado de ações local reduziu os volumes negociados”, explica o analista, que reduziu a estimativa em 10% para este ano e em 4,4% para 2012. A expectativa para o lucro líquido caiu 9% para 2011 e 5% para 2012.

Estrangeiro abre o mês vendido em US$ 19,5 bilhões na BM&F

2 Aug 2011   //   de aprendainvestir   //   Blog  //  Sem Comentários

 

SÃO PAULO – Os investidores estrangeiros abriram o mês de agosto com uma posição vendida, aquela que ganha com a queda do dólar, de US$ 19,557 bilhões na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). Tal estoque em dólar futuro e cupom cambial (DDI – juro em dólar) é o menor desde 16 de junho.

Tal redução acontece após as medidas do governo para tentar conter a valorização do real. O alvo foi justamente o mercado de derivativos, já que o aumento de posição líquida vendida superior a US$ 10 milhões pagará 1% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Mas a diminuição de posição não foi registrada apenas do lado dos vendidos. Os bancos, que estão comprados (ganham com a alta do dólar), também abriram o mês com posição menor. O estoque comprado estava em US$ 16,068 bilhões ao fim do dia 1º de agosto, menor soma desde o dia 18 de julho.

Para dar um parâmetro sobre o antes e o depois da medida, no dia 26 de julho, data anterior às canetadas do governo, o estoque vendido do estrangeiro estava em US$ 22,877 bilhões e o montante comprado dos bancos somavam US$ 19,451 bilhões.

Como as posições dos dois principais agentes se reduziram, o que se pode apontar é que o mercado diminuiu de tamanho. E isso se confirma pela redução no número de contratos em aberto na passagem do mês.

No dia 29 de julho existiam 1.046.194 contratos em aberto de dólar futuro, contra 732.735 contratos após o primeiro dia do mês. No mercado de DDI, a redução foi de 2.133.129 contratos para 1.834.226 contratos.

Cabe ressaltar, no entanto, que essa diminuição de mercado sempre ocorre na passagem de mês em função das operações que não são roladas e ficam para liquidação pela Ptax.

Vale acompanhar o tamanho das posições para ver se o tamanho do mercado volta a aumentar no decorrer do mês ou se ele continuará se reduzindo.

De volta aos dados do dia 1º de agosto, chama atenção a inversão de posições entre dólar futuro e cupom cambial.

Começando pelo não residente, foram vendidos US$ 3,446 bilhões em contratos de dólar no pregão de ontem, elevando o estoque para US$ 5,128 bilhões.

Enquanto vendeu dólar, o estrangeiro comprou DDI, foram US$ 4,518 bilhões, que reduziram o estoque vendido em cupom cambial para US$ 14,448 bilhões.

Já os bancos compraram US$ 2,254 bilhões em contratos de dólar, elevando o estoque para US$ 5,439 bilhões. Mas as instituições financeiras venderam US$ 4,717 bilhões em cupom cambial, reduzindo, assim, o estoque em DDI para US$ 10,628 bilhões.

(Eduardo Campos | Valor)

Cielo fecha com Credicard e passa a aceitar Diners

2 Aug 2011   //   de aprendainvestir   //   Blog  //  Sem Comentários

Aline Lima | De São Paulo

02/08/2011

A Cielo fechou parceria com a Credicard e já está aceitando em suas máquinas transações com o cartão Diners Club International, bandeira da americana Discover e que o Citi tem licença para operar no Brasil. O acordo também contempla a captura de operações com os cartões da própria Discover, com cerca de 50 milhões de clientes no mundo, prevista para ser incorporada na rede da Cielo na segunda quinzena do mês.

Com esse movimento, a Cielo praticamente fecha o rol de aceitação das bandeiras mais importantes para o mercado brasileiro, passando a ser a única credenciadora a capturar, além de Visa e Mastercard, American Express (Amex), Elo e, agora, Diners. Antes, os cartões emitidos pela Credicard, subsidiária do Citi, só passavam pela Redecard, parceira de longa data na qual deteve participação acionária até março de 2009.

Diante desse quadro, a pergunta inevitável: se o cartão Diners passa a ser aceito nas máquinas da Cielo, quando o Amex poderá ser capturado pela Redecard? A depender da disposição dos agentes de mercado, o fim da exclusividade entre bandeira e credenciadora está longe de ter um fim.

“Hipercard movimenta um volume financeiro maior que Amex, já tivemos conversas no passado mas eles preferiram esperar”, rebate Rômulo Dias, presidente da Cielo. O cartão Hipercard é emitido pelo Itaú Unibanco, dono da Redecard, maior concorrente da Cielo.

Um ano após extinta a exclusividade da Cielo com a Visa e da Redecard com a MasterCard, o que se vê no mercado é uma abertura parcial. Por isso, a adesão da Credicard à rede da Cielo pode ser vista como mais uma quebra de barreira – até porque a Credicard formou recentemente uma “joint-venture” com a americana Elavon para atuar como credenciadora, concorrendo com Cielo e Redecard.

“Como representante do Diners no Brasil, não deveríamos diminuir a competitividade do produto”, observa Leonel Andrade, presidente da Credicard. Pelo raciocínio do executivo, a Credicard não só estaria garantindo aos clientes uma maior rede de aceitação como também dando a eles vantagem extra em relação ao cartão Amex, cuja transação só pode ser efetuada na máquina da Cielo. “No fundo, acho que 100% dos produtos deveriam ser abertos a 100% das redes. Nessa disputa de acionistas, quem perde é consumidor.”

Uma fonte conta que o governo já estaria atento à questão da abertura parcial do mercado de cartões e que foram, inclusive, emitidos ofícios para as empresas do setor, cerca de 15 dias atrás, com pedidos de explicação sobre as restrições para a captura de algumas bandeiras, incluindo aí os cartões-benefícios. Visa Vale, por exemplo, só passa pela rede da Cielo.

Um argumento comumente ventilado por executivos do setor de cartões é que a abertura para bandeiras pequenas, com participação de mercado inferior a dois dígitos, não faria sentido dada a pouca relevância econômica – alegação contraditória, já queque vai de encontro à própria parceria firmada entre Credicard e Cielo. O Diners conta com uma base de 500 mil cartões e participação de mercado inferior a 5%.

Uma abertura total do mercado seria inviável, porém, em menos de seis meses, tempo mínimo para que as empresas consigam adaptar seus sistemas para aceitar mais bandeiras.

HSBC vende 195 agências nos EUA por US$ 1 bilhão

1 Aug 2011   //   de aprendainvestir   //   Blog  //  Sem Comentários

HSBC vende 195 agências nos EUA por US$ 1 bilhão
AE – Agencia Estado
NOVA YORK
O HSBC Holdings, que vem reduzindo suas operações nos EUA, concordou em vender 195 agências bancárias de varejo para o First Niagara Financial Group Inc. por US$ 1 bilhão em dinheiro, informou neste domingo a companhia.
As agências, com US$ 15 bilhões em depósitos, estão sendo vendidas com um prêmio de 6,67% sob o valor dos depósitos e estão localizadas principalmente no Norte do Estado de Nova York. O HSBC também informou que pode cortar custos e rever suas operações nos EUA, incluindo seu portfólio de cartão de crédito, que também está a venda.
Separadamente, o HSCB também fundiu 13 de suas agências em Connecticut e New Jersey com agências próximas. A companhia, com balanço previsto para divulgação amanhã, disse que as agências permanecerão abertas durante as operações de mudança. O acordo deve ser fechado no começo do próximo ano. As informações são da Dow Jones.

Ciclo de palestras e cursos

Palestras Gratuitas

19:30 ás 20:30

Finanças pessoais(16/11)

Análise Gráfica(21/11 e 8/12)

Mercado Financeiro(28/11)

Invista em Imóveis(30/11)

Além da poupança(6/12)

Desmitificando a Bolsa(15/12)


Cursos

Finanças Pessoais

Data: 03 de Dezembro de 2011 das
8:00 às 12:00 horas
Investimento: R$ 90,00

Aprenda Investir na Bolsa de Valores

Data: 20, 21 e 22 de dezembro ou 10 de DEZEMBRO
8:00 às 18:00 horas.
Investimento: R$ 350,00

Aprenda Investir seu dinheiro

Data: 19 de Novembro de 2011 das 08:00 as 15:00 horas /13 e 14 de dezembro das 19:00 ás 20:30 hs
Investimento: R$ 290,00

Análise Gráfica

Data: 26 de Novembro de 2011 das
8:00 às 18:00 horas.
Investimento: R$ 390

Análise Fundamentalista

Data: 17 de Dezembro de 2011 das
8:00 às 18:00 horas.
Investimento: R$ 390